26.9.10


regressar baralhada, para lá dos moinhos de vento.
atordoada de imagens sob os candeeiros suspensos a aliviar a paisagem urbana.
sem persianas.
os campos arrumados em fotografias vivas, as fachadas com canteiros de surpresas. quilómetros assim. e outros pormenores de que nos esquecemos.
tijolo, madeira e colmo. e a água a lembrar o princípio.










































há-de haver maneira de fazer um país de imagens assim, à mão.


1 comentário:

  1. Custa tanto saber que, com o tempo, iremos pouco a pouco habituarmo-nos outra vez à nossa infernal cacofonia lusitana! Foi tão lindo...

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