pelas casas adentro! com as memórias ao espaço e o movimento à vida. para um tempo que se faz com o tempo de quem ficou, para que outros tivessem tempo. e pela solidão afora! lá onde as janelas dão o presente e as poeiras se abatem devagar sobre o chão já vago. para uma vida que se surpreende com a dança pelos pés e a disponibilidade pelas mãos.
Os teus heróis vieram queixar-se... que não lhes ligas... que vivem encafuados nas capas à espera que lhes dês missões... resingam uns com os outros... um sarilho!! Amanhã vou com eles passeio abaixo, só a pisar no preto. Dará certo?
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